Turismo de Estudos e Intercâmbio cresce no Brasil

18/08/12, Pleased Turismo

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Setor prevê crescimento de 15% em relação a 2011

O número de pessoas que saem do país para estudar deve crescer 15% em relação ao ano passado, ultrapassando a marca de 240 mil, de acordo com estimativas do setor. O aumento do poder aquisitivo da população e a ascensão da classe C, que vê na maior facilidade de parcelamento uma oportunidade de conhecer outros lugares, explica a tendência do ponto de vista financeiro. Porém, a popularidade cada vez maior do intercâmbio vem de uma mudança no perfil de quem quer usar o passaporte.

“Fazer intercâmbio é uma forma de conhecer o mundo e investir na carreira ao mesmo tempo. Mais pessoas estão com essa consciência e por isso a procura está crescendo”, afirma Ana Beatriz Faulhaber, diretora da CP4 Cursos no Exterior. As vantagens são muitas. “Além de incrementar o currículo com o aperfeiçoamento do segundo idioma ou algum curso de capacitação na área em que atua, o intercambista ganha vivência internacional, se aprofunda na cultura do país de destino, conhece gente de todo o mundo e passeia bastante”, enumera Ana Beatriz, que tem experiência de mais de 20 anos em consultoria de educação internacional.

Ciro Nogueira, do Rio de Janeiro, é um exemplo de viajante moderno que alia o lazer à qualificação profissional. Assim que se formou, ele foi para Boston, nos EUA, por oito meses, para aperfeiçoar o inglês e fazer um curso de extensão em Harvard. “Fiquei muito satisfeito com a experiência, foi ótima. A cidade é bonita e segura, conheci muita gente de culturas diferentes, inclusive conexões profissionais. E pude viajar para vários outros lugares também”, afirma.


Os destinos mais procurados continuam sendo Canadá, EUA e Inglaterra, mas há outras opções interessantes. “A Suíça está sendo muito procurada por causa da tradição no ensino de hotelaria, a Argentina e África do Sul, pela possibilidade de trabalho voluntário, a Itália é o destino preferido de quem está aposentado e quer curtir a cultura e gastronomia”, observa Ana Beatriz Faulhaber. A dica é saber escolher o melhor programa para cada um. “Há opções para todos os perfis, de acordo com os objetivos pessoais, profissionais, financeiros. Tudo isso precisa ser levado em consideração na hora de decidir o que fazer”, acrescenta.

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